A arte de representar é um ofício que precisa ser muito bem arquitetado, requer um estudo minucioso e constante, para que sua essência seja transmitida ao público com verdade cênica, a literatura não fica com menos.
Por isso, é pensado em detalhes, desde o ambiente, a caracterização, às sensações que serão despertadas no espectador/leitor são marcantes. Sua harmonia, situações e conflitos… o ator e escritor Carlos Sett vivencia essas sensações em suas produções artísticas através de personagens e histórias permeadas por obstáculos, dramas, paixões, numa verdadeira odisseia, seja pelo viés do ser ator/diretor, seja pelo seu lado escritor/poeta.
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Neste ano de 2024 (entre maio e agosto), ele festeja 29 anos de sua trajetória de ator e 28 anos de atividades como escritor.
Obs.: Em maio de 1995 fez sua primeira Oficina de Teatro, em agosto daquele ano, participou da peça de teatro “Vida de Escada” (foto em anexo) e não parou mais. A arte de representar se tornou sua profissão, no ano seguinte (1996), escreveu seu primeiro poema. Hoje, soma atuação em mais de 40 peças de teatro, quatro livros publicados e o 5º está em fase de diagramação em gráfica, participação em comerciais pra TV, clipes musicais, e 15 filmes em seu currículo.
Sua capacidade de renovação, sua percepção criativa e sua verve imaginária são notáveis e o leva a sobreviver através de seus talentos, mesmo diante de tantas adversidades, as quais enfrenta com bom humor e gritando palavrões, uma de suas marcas registradas.
Tal intento justifica o título desta nota cultural sobre sua trajetória artística, pois Carlos Sett segue sua trilha com bravura e contentamento, imbuído por sua paixão pelas artes, entre tropeços, acertos e fracassos, criando páginas, cenas, textos, comédias, frases, dramas, versos, personagens, capítulos, sensações e uma gama secreta de ideias e pensamentos que só ele conhece…
Evoé!





