“Serra, teu alcantis, teus píncaros selvagens,
Teus profundos desvãos, tuas grandes folhagens,
Sangram meu coração numa amargura estranha”.
História – O Dia da CULTURA Serra-talhadense faz homenagem ao poeta Waldemar Emygdio de Miranda (autor dos versos iniciais desta matéria), que nasceu em 05 de agosto de 1897 e faleceu em 29 de agosto de 1933. O professor Dierson Ribeiro, admirador da obra do poeta, procurou o vereador Ari Amorim, na gestão legislativa de 1997 a 2000, com a ideia de um projeto de lei para criar o Dia da Cultura Serra-talhadense, fazendo jus à memória do poeta peregrino e, assim, foi instituído pela Lei Municipal Nº 976/99 de 24 de agosto de 1999, sancionada pelo prefeito da época, o Ex.º Sr. Sebastião Andrada Oliveira.
Desde então, a data é lembrada por várias entidades da cultura e arte local, a exemplo da ETEAST Produções, Academia Serra-talhadense de Letras – ASL, Centro Dramático Pajeú – CDP, entre outros coletivos e artistas que celebram a data com ou sem apoio do poder público.
Programação – Neste ano, estas entidades culturais se unem novamente para realizar no dia 04 de agosto de 2024 (domingo), véspera do dia 05 (data oficial), o “Sarau Sertão em Versos e Prosas”, na Concha Acústica, a partir das 18h – com uma programação variada: Exibição de filmes produzidos pela ETEAST, Recital de Poesias pelos membros da ASL, além de números musicais e venda de livros.
O evento conta com a parceria do “Coletivo Cultural Plantart”, que estará com 05 artesãos fazendo exposição e comercialização de produtos artesanais, artes plásticas, leitura de literatura de cordel, apresentação com Pífano e sonorização base para o evento.
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Serão exibidos os seguintes filmes: “Tia Preta, A Rosa da Serra”, com apresentação de Ruth Rodrigues. Essa é a história de uma grande maestrina sertaneja. Além de reconstituição de cenas, o documentário conta com a participação de pessoas que tiveram contato com Rosa Pau-ferro, as quais relatam a doçura e o talento da “Tia Preta”, que, mesmo pobre, contribuiu com a música e a caridade.
“Dorotea Nogueira: A Maria Amiga do Peito”, sendo a continuação do documentário “Dorotea Nogueira – A Cangaceira Rosa”. Esse filme expõe a experiência pessoal da mastectomia dessa sertaneja referida no título. Conta, também, com o relato da personal trainer Cíntia Teixeira, que enfrentou diversas complicações por erro médico.
“Mulheres e Homens das Letras Serra-talhadenses”. Por meio de belas imagens demonstrativas que nos fazem viajar do passado ao presente, esse filme documentário, com narração de Weslley Lima, conta um pouco sobre a contribuição histórica e literária de mulheres e homens do sertão de Pernambuco.
Então já marque na sua agenda, dia 04 de agosto, na Concha, o marco zero de Serra Talhada, e venha celebrar conosco o Dia Municipal da Cultura!
Por Carlos Sett especialmente para o Blog do Cauê Rodrigues


Além de plantar diversas árvores por Afogados da Ingazeira, sede da mostra, diversas oficinas e debates ocorrerão em paralelo à mostra, elaboração de projetos e documentário serão algumas das oficinas realizadas em escolas da rede pública de ensino.




Já o ator Karl Marx incorpora Lampião desde a primeira temporada. A sua experiência artística e o seu talento transbordam, encantando o público. A narrativa também será enriquecida com a participação de novos talentos, a exemplo de Otávio Alexandre e João Diniz, interpretando os cangaceiros Zé Sereno e Luiz Pedro, respectivamente. O elenco ainda conta com Jean Magalhães (Padre Cícero), Romualdo Freitas (Antônio Conselheiro) e a presença de atrizes e atores veteranos como Dany Feitosa, Anny Garnets, Sandino Lamarca, Feliciano Felix, Jadenilson Gomes e Carlos Sett, que têm sido pilares importantes do espetáculo desde a primeira edição.



“Para 2024 imaginamos um Xerém grande e diverso, daí ocupar o bairro Borges em três localidades: próximo à capela, na associação de moradores e na antiga estação ferroviária. Graças à integração dos projetos, conseguimos uma programação diversa, de atividades formativas a shows, além de cinema e teatro. É a maior edição da história”, detalha Lúciio Vinicius.

História

















Jeovane ressaltou a importância da família em sua vida e o exemplo de pai que busca ser para seus filhos. “A família é o nosso bem mais precioso, e participar de momentos como este reforça os laços e nos traz alegria. Estou muito grato por fazer parte dessa tradição”, declarou.
Ele relatou preocupação com a tentativa de descaracterização do evento, que é realizado desde o início da década de 70. Segundo o parlamentar, a missa é uma representação importante da cultura do povo sertanejo. O deputado lembrou que querem não apenas mudar o nome do evento, mas até cobrar ingresso ao público.